30/11/2014

wishlist #2 // parar é morrer

e como prometido, voltei com mais sugestões. com o meu aniversário a aproximar-se, preciso de alguma coisa que me tire a cabeça da quantidade de trabalhos que tenho de fazer para a faculdade - ou que me desculpe por não os fazer. como tal, e sob a continuação do mote de que me preocupo horrores com a minha família e amigos, aqui deixo mais algumas sugestões.

sim, sonhar não custa, por isso gosto sempre de me aventurar pelas grandes marcas, cujos produtos não me importava nada de cuidar. relembro que aceito viagens e chocolates.

boas compras!



19/11/2014

wishlist #1 // é só a primeira

isto de fazer anos a poucos dias do natal tem sempre que se lhe diga. ele é escolher prendas para o aniversário, ele é escolher prendas para o natal, e todas diferentes! não é um trabalho simples, exige muito de mim...

não é fácil desdobrar-me em ideias para sugerir a todos os meus familiares e amigos, que tanto se preocupam comigo, que tantas vezes me perguntam o que é que eu quero, o que é que eu não tenho... ter, eu tenho tudo. precisar, não preciso de nada. mas querer, quero muita coisa (e sonhar não custa). vai daí que me ando a babar por uma série de coisas que não me importava que viessem morar cá para casa.

espero que, desta vez, discutam entre vocês todas essas magníficas ideias, para que eu não receba quatro casacos iguais outra vez. para além destas (e de próximas) prendas, estou também a aceitar viagens e chocolates (principalmente nestes tempos difíceis de escassez de cacau - guylian, milka oreo, milka bolacha, m&m's, podia ficar aqui toda a noite...) e não, não se sintam mal pelo aumento exacerbado dos meus níveis de açúcar nem pelo disparar do meu colesterol, que eu depois queimo tudo na zumba.

boa sorte e até às próximas sugestões! conto convosco!
 







disponível aqui.

07/11/2014

BILBAO // as viagens da minha vida #2

acabei de chegar de bilbao. apesar do cansaço acumulado, a cidade vale muito a pena. optámos por ir de carro, o que implica uma viagem de sete a nove horas. mas, como alugámos uma carrinha (para nove pessoas), o tempo acaba sempre por passar um pouco mais depressa.

o principal objetivo desta viagem era assistir ao atlético de bilbao - porto, coisa que acabei por dispensar. apesar de querer ir, não me arrependo de ter visto o jogo no hotel. os preços dos bilhetes hoje em dia não compensam a ida, apesar de tudo. para além disto, também o guggenheim era um dos principais motivos que nos levaram a juntar o útil ao ideal.

a cidade parece, à primeira vista, pequena e muito fechada. à entrada, muitos dos prédios fazem lembrar a suíça - mas quando chegamos à baixa, todas as habituações têm um estilo muito mais parisiense. é engraçada a forma como a cidade se constrói em volta do rio (nervión) e se estende com um estilo muito próprio, com fachadas muito antigas e clássicas que espantam qualquer um. 
















com todos estes edifícios tão próprios e vincados, é natural que salte à vista algo completamente diferente, surreal e diferente do que esperamos ver. o guggenheim destaca-se pelo seu design irreverente, fora do comum, fluído, mas que, apesar de tudo, se encaixa na cidade de uma forma que não assumimos num primeiro momento. é um museu de arte moderna cujas exposições podem (como quaisquer outras) não despoletar a melhor das emoções, mas que não deixam de ser interessantes. infelizmente, é proibido tirar fotografias dentro do museu, mas propriamente às obras - a segurança neste caso é algo apertada, o que não é comum na maior parte dos museus europeus.


os dias para conhecer bilbao já não eram muitos, mas aquilo que piorou a situação foi o facto de chover imenso no primeiro dia. preferimos conduzir pela cidade na carrinha que alugámos, caso contrário era impossível fazer o que quer que fosse.

bilbao é uma cidade muito engraçada e não se deixa adivinhar ao primeiro olhar. é preciso percorrer todas as ruas estreitas e sinuosas que se espalham por entre os blocos de prédios de fachadas muito estilizadas e de cores diferentes. assim sendo, num dia conseguimos palmilhar a cidade inteira, repetir ruas e voltar às mesmas praças - sendo que dois dias foram só para a viagem de ida e a de volta. como nada descreve melhor um sítio ou um momento do que fotografias, deixo-vos algumas das que tirei. melhor mesmo, só viajando e conhecendo o mundo.